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Como deve ser o tratamento no SUS para crianças com Artrite Idiopática juvenil?

  • Publicado: Quarta, 20 de Fevereiro de 2019, 11h06
  • Última atualização em Sexta, 05 de Julho de 2019, 12h19
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Pacientes, associações, profissionais de saúde e interessados pelo tema poderão participar do processo de construção do escopo do documento que orientará o tratamento para a doença

Qual o conteúdo que o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) deverá contemplar? Quais questões esse documento deverá responder? A Conitec quer ouvir as opiniões e sugestões da sociedade sobre esse tema e, entre os dias 20 de fevereiro a 12 de março, abre espaço para a participação social por meio da enquete n° 19, sobre o Escopo do PCDT para essa doença. Clique aqui para ver a proposta.

O escopo é a primeira etapa para elaborar um novo PCDT. Neste momento é realizado o levantamento dos temas a serem abordados, identificando aqueles que são consenso na literatura e os que requerem de mais informações para obter ou promover futuros consensos.

A elaboração do escopo da AIJ contou com a contribuição de reumatologistas, oftalmologistas, farmacêuticos, enfermeiros e representantes dos pacientes. O objetivo é construir recomendações para orientar o tratamento ofertado no SUS para a doença, contemplando as particularidades de cada uma das formas de AIJ, bem como critérios para diagnóstico, tratamento e monitoramento dos casos. Por isso, é fundamental a participação dos profissionais de saúde envolvidos no tratamento da doença e também de pacientes, para dar contribuições sobre aspectos que deverão ser incluídos nesse documento.

A artrite idiopática juvenil (AIJ) é uma das doenças crônicas mais comuns da infância. De causa desconhecida, a enfermidade se inicia antes dos 16 anos de idade e persiste por pelo menos 6 semanas, sendo a sua principal característica a inflamação da articulação.

Para deter o crescimento da AIJ é fundamental que os profissionais de saúde orientem suas práticas de atenção à saúde do paciente com AIJ com base nas melhores evidências científicas disponíveis. Assim, o PCDT constitui um instrumento que confere segurança e efetividade clínica, pois reune tratamentos com comprovados benefícios na prática clínica, de modo organizado e acessível aos profissionais de saúde.

Quer participar e contribuir na construção desse novo PCDT? Clique aqui.

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