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Conitec abre consulta pública sobre Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19

  • Publicado: Terça, 16 de Novembro de 2021, 18h56
  • Última atualização em Sexta, 03 de Dezembro de 2021, 11h45
  • Acessos: 12441

Prazo para o envio de contribuições se encerra no dia 25 deste mês

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu a consulta pública sobre a proposta de texto das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19. O prazo para o envio de contribuições se encerra no dia 25 deste mês. Demandada pelo Ministro do Estado da Saúde, a elaboração do documento contou com a participação de diversos especialistas e seis sociedades médicas, que consideraram a necessidade do desenvolvimento de recomendações de forma abrangente e a perspectiva de diferentes especialidades. A pauta foi discutida na Reunião Extraordinária convocada pela Conitec no dia 21 de outubro.

Acesse aqui e participe da consulta pública.

Na ocasião, o grupo que desenvolveu as Diretrizes apresentou o escopo considerado para a elaboração do conteúdo. O tema chegou a ser retirado de pauta para que fosse atualizado, com a inclusão de um estudo que, no momento, tinha sido recém-publicado, acerca do REGEN-COV. A consideração das novas evidências relacionadas ao medicamento, composto pelos anticorpos monoclonais casirivimabe e imdevimabe, gerou uma nova demanda para reavaliação da tecnologia pela Conitec para a população de alto risco infectada pelo novo coronavírus.

Saiba mais

Para identificar as questões clínicas de interesse, foram revisadas as tecnologias avaliadas em nove diretrizes nacionais e internacionais para o tratamento ambulatorial de pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19, sendo selecionadas aquelas com maior relevância e variabilidade de prática no contexto nacional.

Leia aqui o texto inicial.

Devido ao alto volume de terapias surgindo para o tratamento da Covid-19, as recomendações poderão necessitar de atualização, conforme o surgimento de novas evidências, em especial de ensaios clínicos randomizados com elevada qualidade metodológica e novos posicionamentos de sociedades e organizações internacionais.

Grupo de especialistas

O grupo desenvolvedor foi composto por um painel de especialistas sob coordenação do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (DGITIS/SCTIE/MS). O painel de especialistas incluiu médicos de família e comunidade, 10 médicos internistas, médico emergencista, médicos intensivistas, cirurgião vascular e endovascular, infectologistas, pneumologistas, endocrinologista e representantes do Ministério da Saúde, universidades, hospitais de excelência e sociedades médicas. As seguintes sociedades médicas participaram do desenvolvimento das presentes Diretrizes, endossando suas recomendações: Associação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE); Associação Médica Brasileira (AMB); Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV); Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI); Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBFMC); Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

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