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Consulta Pública avalia o PCDT da Retocolite Ulcerativa

Publicado: Sexta, 29 de Novembro de 2019, 13h18 | Última atualização em Sexta, 29 de Novembro de 2019, 18h33 | Acessos: 287

Consulta Pública avalia o PCDT da Retocolite Ulcerativa

A partir de hoje, a população poderá enviar contribuições sobre a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Retocolite Ulcerativa. Este documento orienta o tratamento ofertado no SUS para a doença e foi elaborado após a incorporação dos medicamentos infliximabe e vedolizumabe. Além da inclusão destes, o PCDT estabelece critérios de diagnóstico e de tratamento da doença. O documento recebeu a aprovação preliminar da Conitec e está disponível para a avaliação da sociedade até o dia 18 de dezembro. Leia aqui a proposta.

Doença Autoimune

A retocolite ulcerativa (RCU) é uma doença inflamatória intestinal crônica e autoimune, caracterizada por episódios recorrentes de inflamação que acomete predominantemente a camada mucosa do cólon. Pode ter início em qualquer idade, porém o pico de incidência ocorre dos 20 aos 40 anos.

As causas da doença parecem estar relacionadas a fatores hereditários e a respostas inadequadas do sistema imune.

O sintoma principal da RCU é a diarreia com sangue e cerca de 90% dos pacientes apresentam hemorragia retal.  Outros sintomas comuns: cólica abdominal, espasmo doloroso do esfíncter anal, desejo urgente de defecar e fluido mucopurulento nas fezes e, em casos mais graves, febre, anemia e emagrecimento.

Tratamento

Os tratamentos disponíveis no SUS envolvem o uso de aminossalicilatos orais ou por via retal (sulfasalazina e mesalazina), de corticosteroides (hidro-cortisona e prednisona), de imunossupressores (azatioprina e 6-mercaptopurina), e de antibiótico (ciclosporina intravenosa). Uma das opções de tratamento é a retirada total ou parcial do cólon, a colectomia, usada quando os sintomas não forem controlados, ou se não houver melhora com o tratamento convencional.


Como participar 

As contribuições enviadas durante esta consulta pública podem confirmar ou modificar o texto deste PCDT. Para participar, acesse aqui.

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