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Enquete avalia proposta de PCDT para diagnóstico e tratamento da hanseníase no SUS

Publicado: Sexta, 03 de Julho de 2020, 09h29 | Última atualização em Terça, 14 de Julho de 2020, 08h55 | Acessos: 1381

Pacientes, associações, profissionais de saúde e interessados podem participar do processo de elaboração do documento

O Ministério da Saúde (MS) abriu uma enquete para que a sociedade participe do processo de construção do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Hanseníase. O documento com diretrizes para diagnóstico e tratamento da doença no Sistema Único de Saúde (SUS) deverá aprimorar o que já vem sendo feito e disponibilizado na rede pública. Baseado nas melhores evidências disponíveis, a proposta é otimizar a eficiência do SUS e a qualidade do cuidado dedicado aos pacientes. O prazo para participação se encerra no dia 13 de julho. 

 Faça sua contribuição aqui .

A hanseníase é uma doença infecciosa, transmissível e de caráter crônico, que ainda persiste como problema de saúde pública no Brasil. Ela tem cura, sendo o diagnóstico precoce, dentro das principais estratégias para reduzir a carga da doença e evitar o dano maior, que é a incapacidade física.

Dados do Boletim Epidemiológico de Hanseníase, do Ministério da Saúde, revelam que foram diagnosticados 140.578 casos novos da doença no país - entre os anos de 2014 a 2018.

Os PCDTs estabelecem critérios para diagnóstico; tratamento preconizado com medicamentos e demais recursos, quando necessários; posologias recomendadas; mecanismos de controle clínico; e acompanhamento e verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

O enfrentamento da hanseníase é prioridade para o MS, sendo as principais estratégias de ação a detecção precoce de casos e o exame de contatos, com o intuito de prevenir as incapacidades físicas e favorecer a quebra da cadeia de transmissão.

Exemplo disso também é a elaboração da Estratégia Nacional para Enfrentamento da Hanseníase 2019-2022. O documento, que está em fase de publicação, tem como visão um Brasil sem hanseníase.

 Saiba mais

Antigamente conhecida como lepra, a hanseníase é uma doença crônica, transmissível, de notificação compulsória, ocasionada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela afeta predominantemente nervos periféricos e a pele, podendo resultar em consequências associadas em longo prazo, incluindo deformidades e incapacidades.

O diagnóstico ocorre por meio de exame clínico-epidemiológico, com teste de sensibilidade (térmico, doloroso e tátil) e de exames laboratoriais específicos.

Na página oficial do Ministério da Saúde há informações completas sobre o assunto.

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