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Medicamentos para psoríase são incorporados ao SUS

Publicado: Terça, 06 de Novembro de 2018, 10h32 | Última atualização em Quinta, 29 de Novembro de 2018, 11h25 | Acessos: 394

A psoríase é uma doença crônica com prejuízo importante na qualidade de vida dos portadores. Apesar de não ter cura, com o tratamento é possível obter o controle da doença. Porém, uma parcela dos pacientes com a forma mais grave pode não responder aos medicamentos atualmente disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Por esse motivo, o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União do dia 31 de outubro de 2018 a inclusão dos medicamentos adalimumabe, secuquinumabe, ustequinumabe e etanercepte para tratamento da psoríase moderada a grave. Estes medicamentos agem em pontos específicos do sistema imunológico, inibindo o processo inflamatório e assim reduzindo sinais e sintomas relacionados à doença.

A recomendação é que o adalimumabe seja utilizado na primeira etapa de tratamento após falha da terapia de primeira linha da psoríase, conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença, e o secuquinumabe e ustequinumabe recomendados após a falha dessa etapa inicial ou nos pacientes que tenham contraindicação ao adalimumabe.

Já para as crianças, a recomendação é pelo etanercepte, pois ele é o único medicamento aprovado para o tratamento pediátrico a partir de 8 anos, em casos não controlados e/ou intolerantes a outras terapêuticas.

Psoríase

É uma doença de pele que provoca lesões avermelhadas cobertas de escamas bem delimitadas e de dimensões variáveis, presentes particularmente nos braços, pernas e couro cabeludo. Seu diagnóstico se dá pela avaliação física, mas em casos de dúvida é possível realizar exame anatomopatológico, que consiste na avaliação de tecidos e células do corpo. O tratamento é direcionado conforme a gravidade (leve, moderada ou grave).

Ainda não são conhecidas as causas da psoríase, mas as pesquisas mostram que em aproximadamente 30% dos casos é observada a hereditariedade. Outros fatores podem desencadear ou piorar a doença, como alterações emocionais, estresse, traumas cutâneos ou irritações na pele, infecções de garganta, baixa umidade do ar, ingestão alcoólica e uso de alguns medicamentos.

Para saber mais sobre estas e outras incorporações no SUS, clique aqui.

 

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