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MS publica PCDT para Linfoma de Hodgkin

  • Publicado: Quarta, 30 de Dezembro de 2020, 17h59
  • Última atualização em Segunda, 18 de Janeiro de 2021, 14h27
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Documento foi elaborado após a incorporação do medicamento brentuximabe vedotina como opção terapêutica para pacientes com a doença

O Ministério da Saúde publicou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Linfoma de Hodgkin. A elaboração do documento foi demandada pelo próprio Ministério da Saúde, após a incorporação, em março de 2019, do medicamento brentuximabe vedotina no tratamento para pacientes adultos. Com recomendação favorável da Conitec, o protocolo orienta o tratamento medicamentoso e demais critérios para administração, diagnóstico e acompanhamento desses pacientes. Leia aqui o PCDT na íntegra.

O linfoma é um câncer que afeta os linfócitos, células responsáveis por proteger o organismo contra infecções e doenças. A doença pode se desenvolver principalmente nos linfonodos que se encontram na axila, virilha, pescoço, estômago, intestino e pele, levando à formação de caroços que podem causar sintomas como dor, febre e emagrecimento.

O Linfoma de Hodgkin é raro, correspondendo a aproximadamente 10% de todos os linfomas e cerca de 0,6% de todos os cânceres. Com maior ocorrência no sexo masculino, a doença se origina quando um linfócito se transforma em uma célula maligna e desenvolve em qualquer local do sistema linfático. Esse sistema é um componente importante no processo imunológico, por ser responsável pela produção e circulação de células de defesa. Embora possa ocorrer em qualquer idade, é mais frequente no adulto jovem, entre 25 e 30 anos. Tem o primeiro pico no final da adolescência e início da idade adulta jovem e o segundo pico em idosos.

Recentemente incorporado, o medicamento brentuximabe vedotina está indicado como opção terapêutica para adultos em casos refratários ou recidivados após transplante de células-tronco, ou seja, sem resposta ou recorrente mesmo após tratamento e transplante. A tecnologia é um anticorpo seletivo para células tumorais que poderá ser usado como tratamento de pacientes com linfoma refratário ou recidivado após transplante de células-tronco.

Além do medicamento, o documento orienta critérios para classificação da doença, exames para diagnóstico, além de cuidados especiais para grupos específicos, por exemplo, para gestantes, idosos e pessoas vivendo com HIV.

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