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Aprovada a ampliação do uso de medicamento para hanseníase no SUS

  • Publicado: Segunda, 17 de Dezembro de 2018, 09h38
  • Última atualização em Terça, 29 de Janeiro de 2019, 09h27
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Causada pela bactéria Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen) que atinge principalmente a pele e os nervos, causando diminuição ou perda de sensibilidade, a hanseníase é uma doença infectocontagiosa transmitida principalmente pelas vias áreas superiores, por meio de contato próximo e prolongado de uma pessoa suscetível com uma pessoa doente.

A doença tem cura e pode ser classificada como paucibacilar, poucos ou nenhum bacilo detectado nos exames, ou multibacilar, muitos bacilos. O diagnóstico é realizado por meio de exame dermatoneurólogico que identifica lesões ou áreas de pele com alteração.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o tratamento poliquimioterápico (PQT) aos pacientes com hanseníase multibacilar, também recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), cujo esquema de tratamento adequado é a associação de rifampicina, dapsona e clofazimina. Para os pacientes com hanseníase paucibacilar, o tratamento indicado é a associação de rifampicina e dapsona.

A unificação do tratamento da hanseníase paucibacilar e multibacilar com o uso do medicamento clofazimina, possui a mesma eficácia e contribui para a redução nas taxas de transmissão da doença. Além disso, esta mudança na terapêutica também pode equacionar os problemas relacionados ao erro de diagnóstico da condição clínica. Neste sentido, foi publicado no dia 12 de dezembro, pelo Ministério da Saúde, a alteração do esquema de tratamento da hanseníase.

Clique aqui e veja o relatório da CONITEC sobre o assunto.

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