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Consulta pública avalia medicamentos para transtorno do déficit de atenção com hiperatividade

  • Publicado: Quarta, 06 de Janeiro de 2021, 10h22
  • Última atualização em Quinta, 18 de Fevereiro de 2021, 10h39
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Prazo para que a sociedade envie contribuições sobre um dos transtornos de neurodesenvolvimento mais comuns na infância se encerra no dia 25 deste mês

Está aberta até o dia 25 de janeiro a consulta pública sobre a proposta de incorporação do metilfenidato e da lisdexanfetamina no SUS, para o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). A demanda foi aberta pelo próprio Ministério da Saúde, durante o processo de elaboração do Protocolo Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para esse que é considerado um dos transtornos de neurodesenvolvimento mais comuns na infância. Após avaliar evidências científicas, a Conitec não recomendou a incorporação dos medicamentos, por considerar baixa a qualidade dos estudos relacionados à eficácia e segurança e também o alto impacto orçamentário que traria a incorporação à Rede. 

Participe da consulta pública. Clique para o envio de relatos de experiência/opinião ou contribuições técnico-científicas sobre o tema.

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)

Embora seja mais comum na infância, o TDAH também pode se manifestar na idade adulta e se caracteriza por uma tríade de sintomas: hiperatividade (dificuldade em ficar quieta, sentada ou calada); impulsividade (dificuldade em controlar impulsos) e déficit de atenção (dificuldade em completar as tarefas propostas). 

Estima-se que, no Brasil, pelo menos 7% das crianças e adolescentes sejam diagnosticados com a condição.

Essas alterações comportamentais estão presentes em diferentes contextos, o que pode resultar em prejuízos afetivos, nas interações sociais, acadêmicas e ocupacionais.

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